Caiado defende fundo para reestruturação do agro e recuperação do Rio Grande do Sul

Na Expointer, candidato à Presidência afirma que Estado precisa de mecanismo permanente para financiar reconstrução e apoiar produtores afetados por sucessivas perdas

O candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) defendeu, neste sábado (5), durante visita à Expointer, em Esteio (RS), a criação de um fundo de desenvolvimento e reestruturação do Rio Grande do Sul como instrumento para apoiar a recuperação do Estado e do setor agropecuário. Segundo Caiado, o mecanismo deve garantir recursos para a reconstrução da infraestrutura danificada pelas enchentes e pelas sucessivas perdas enfrentadas pelos produtores gaúchos.

Caiado afirmou que a proposta deve seguir o modelo de fundos de desenvolvimento já existentes nas regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste. “Precisamos fazer um fundo de desenvolvimento como temos no Centro-oeste, no Norte e no Nordeste, o que é justo. As outras regiões têm”, afirmou.

Caiado também destacou a necessidade de uma política mais abrangente de renegociação das dívidas dos agricultores gaúchos. Segundo ele, as medidas adotadas pelo governo federal não alcançaram parcela significativa dos produtores. “Aquilo que foi produzido pelo Governo Federal por medida provisória não atingiu sequer 10% dos agricultores”, afirmou. Para o candidato, a recuperação do setor exige uma solução estruturante, capaz de dar previsibilidade e condições para que os produtores retomem a capacidade de investimento.

Entre as medidas defendidas, Caiado citou ainda a necessidade de projetos estruturantes, como investimentos para melhorar as condições do solo e a infraestrutura de drenagem, como parte de uma estratégia de longo prazo para preparar o Rio Grande do Sul para novos períodos de chuvas intensas.

STF

O candidato à presidência da República voltou a defender a derrubada de sigilo de processos envolvendo Banco Master e o escândalo do INSS. Além disso, comentou o recente revelação de conversas entre o ministro da Suprema Corte Alexandre de Moraes e o banqueiro investigado no processo, Daniel Vorcaro.

“É inaceitável e seria um golpe à democracia brasileira o povo brasileiro não saber o que consta ali, porque a população sabendo, logicamente, não vai votar neste que está comprometido”, afirmou.

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Alan Ribeiro
Alan Ribeiro

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