
Há posicionamentos políticos que não nascem de uma eleição. São construídos ao longo do tempo, acompanhando histórias, decisões, resultados e, principalmente, a maneira como homens públicos enfrentam os desafios que recebem da sociedade.
É dessa forma que explico minha posição em relação a Ronaldo Caiado e Daniel Vilela. Não sou oportunista.
Minha admiração por Ronaldo Caiado vem de longa data. Acompanho sua trajetória política desde os anos 1980, quando sua atuação em defesa do produtor rural chamou minha atenção. Décadas depois, pude acompanhar sua chegada ao Governo de Goiás e a transformação de diversas áreas da administração pública.
Na segurança pública, Caiado estabeleceu como prioridade o enfrentamento às organizações criminosas e o fortalecimento das forças de segurança. Na infraestrutura, Goiás recebeu investimentos em rodovias e obras estruturantes. Na educação e na área social, foram implantados programas e investimentos que passaram a fazer parte da realidade de milhares de goianos.
Esses fatos ajudam a explicar por que, quando Ronaldo Caiado decidiu colocar seu nome à disposição para a Presidência da República, passei a acompanhar também suas propostas para o Brasil.
Hoje, ele disputa a Presidência pelo PSD, tendo Gilberto Kassab como candidato a vice. O registro da chapa foi validado pelo Tribunal Superior Eleitoral.
DANIEL VILELA E A CONTINUIDADE EM GOIÁS
Minha posição em relação a Daniel Vilela também está relacionada a uma trajetória que venho acompanhando há anos.
Daniel participou diretamente da administração estadual como vice-governador e, posteriormente, assumiu o Governo de Goiás. Sua relação política e administrativa com Caiado tornou-se uma das marcas desse ciclo de gestão.
No Blog do Alan Ribeiro, registramos diversas etapas dessa trajetória.
Em julho, por exemplo, publicamos a declaração de Caiado de que “o avanço de Goiás está nas mãos de Daniel Vilela”, feita durante encontro com mais de 50 prefeitos.
Também acompanhamos a inauguração da duplicação do Anel Viário do Distrito Agroindustrial de Anápolis, obra que recebeu R$ 33,2 milhões do Tesouro Estadual e ampliou a capacidade viária entre a GO-330 e a BR-060.
Mais recentemente, registramos a presença de Daniel Vilela em Ipameri, onde percorreu as ruas do município ao lado de lideranças locais e reafirmou compromissos com a cidade, enquanto Ronaldo Caiado cumpria agenda em Itumbiara.
São fatos que ajudam a compreender minha posição.
NÃO É UMA ESCOLHA DE ÚLTIMA HORA
Ao escrever este editorial, não estou falando de uma preferência construída apenas durante a campanha eleitoral.
Estou falando de uma trajetória que acompanhei, de acontecimentos que registrei como jornalista e de uma avaliação pessoal construída ao longo de muitos anos.
Reconhecer aquilo que considero avanços não significa deixar de cobrar aquilo que ainda precisa ser feito.
Goiás ainda tem desafios importantes. Saúde, educação, segurança, infraestrutura, geração de emprego, desenvolvimento regional e atendimento aos municípios continuarão exigindo trabalho, planejamento e responsabilidade.
Da mesma forma, o Brasil enfrenta desafios que exigem propostas concretas, capacidade administrativa e compromisso com a população.
É justamente por isso que considero importante olhar para a experiência administrativa de Goiás quando se discute o futuro do Estado e também o futuro do país.
MINHA POSIÇÃO
Como jornalista e responsável pelo Blog do Alan Ribeiro, sempre procurei deixar claros os meus posicionamentos.
Não acredito em jornalismo que esconda suas convicções quando se trata de opinião. O leitor tem o direito de saber quem escreve, o que pensa e quais argumentos sustentam determinada posição.
Por isso, registro de forma transparente:
Eu apoio Ronaldo Caiado para a Presidência da República e Daniel Vilela para o Governo de Goiás.
Minha posição está fundamentada na trajetória que acompanhei, nos resultados que presenciei e na confiança que deposito no projeto político que os dois representam.
Ao eleitor, cabe conhecer as propostas, analisar as trajetórias e tomar sua própria decisão de maneira livre e consciente.
A democracia é exatamente isso: cada cidadão tem o direito de escolher seus representantes de acordo com sua consciência.
Alan Ribeiro
Blog do Alan Ribeiro
Firme na missão!



