
Dois homens suspeitos de furtar cerca de R$ 400 mil em joias de uma joalheria localizada em um shopping de alto padrão, no Setor Marista, em Goiânia, foram presos na noite de segunda-feira (20), em Santo Antônio do Descoberto, no Entorno do Distrito Federal. Um terceiro homem, que possuía mandado de prisão em aberto, também foi detido durante a abordagem.
Segundo a Polícia Militar, os suspeitos, de 40 e 28 anos, foram localizados enquanto trafegavam em uma Ford EcoSport branca. Durante a abordagem, eles apresentaram documentos falsos, mas acabaram sendo identificados pelas equipes da Rotam e da Companhia de Policiamento Especializado (CPE), que realizavam buscas desde o registro do crime.
De acordo com a corporação, os dois confessaram participação no furto e revelaram que parte das joias estava escondida na residência de um dos envolvidos, em Samambaia (DF). Eles também informaram que outra parte dos objetos havia sido vendida a um receptador, que ainda não foi localizado.
Durante a operação, os policiais recuperaram parte das joias furtadas e apreenderam três aparelhos iPhone (13 Pro Max, 14 Pro Max e 15 Pro Max), que, segundo os próprios suspeitos, foram adquiridos com dinheiro obtido na venda das peças. Também foram encontrados R$ 3,7 mil em espécie.
O terceiro ocupante do veículo, de 20 anos, não teve participação direta no furto apontada no boletim de ocorrência, mas foi preso porque havia um mandado de prisão em aberto contra ele.
Como ocorreu o crime
O furto aconteceu na madrugada de sábado (18) para domingo (19). Conforme as investigações, os criminosos teriam se escondido no forro de uma loja vizinha, conseguindo acessar a joalheria sem chamar a atenção.
Já no interior do estabelecimento, os suspeitos reviraram vitrines e expositores em busca de objetos de maior valor, levando anéis, relógios e pulseiras, avaliados em aproximadamente R$ 400 mil.
O crime foi descoberto quando funcionários chegaram para abrir a loja e encontraram o estabelecimento completamente revirado. A Polícia Militar foi acionada, seguida pela Polícia Civil e pela Polícia Técnico-Científica, que realizou a perícia no local.
As investigações continuam para identificar e localizar o receptador das joias que ainda não foram recuperadas.



