Onde o Coração Guarda a Vida

Há um lugar dentro de nós onde o tempo não manda, onde as horas não envelhece e as lembranças não se apagam. O corpo muda, os dias correm, as estações passam… mas o coração permanece como guardião silencioso de tudo aquilo que realmente importou.
O coração não é apenas um órgão que sustenta a vida. Ele é um abrigo de sentimentos, um arquivo vivo de histórias, um espaço sagrado onde as memórias respiram.

É nele que a voz de quem amamos continua viva.
É nele que os cheiros da infância ainda passeiam em tardes de domingo. É nele que os abraços que já partiram permanecem aquecendo a alma.
E é nele que palavras antigas ainda ecoam como se tivessem sido ditas ontem.

Nenhuma tecnologia consegue armazenar aquilo que o coração sente. Nenhuma imagem é capaz de traduzir a profundidade de uma lembrança carregada de emoção. A memória do coração não precisa de registros — ela se revela no pulsar, na saudade, no sorriso que surge sem aviso.

E talvez, no fim de tudo, seja essa a verdadeira medida da vida: não o que acumulamos, não o que mostramos ao mundo, mas o que fez nosso coração vibrar, amar, sonhar e sentir.
Porque o que realmente levamos da vida…
é tudo aquilo que um dia fez o coração bater mais forte.

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Alan Ribeiro
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Alan Ribeiro
Alan Ribeiro

Alan inicia seus trabalhos com o único objetivo, trazer a todos informação de qualidade, com opinião de pessoas da mais alta competência em suas áreas de atuação.

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