
Município conta com 12 subestações e recebeu obras que ampliaram a capacidade do sistema elétrico entre 2023 e 2026; investimentos e novos projetos acompanham expansão urbana e econômica
Goiânia, 23 de outubro de 2026 –Antes de o comércio abrir as portas e de os primeiros alunos chegarem à escola, Goiânia já está em movimento. Nos bastidores dessa rotina, cerca de 8 mil quilômetros de rede elétrica e mais de 15,2 mil transformadores integram a estrutura que leva energia às casas, aos hospitais, às escolas, aos serviços e aos negócios que fazem a capital acontecer. Uma infraestrutura que acompanha o dia a dia de quem mora, trabalha e constrói seu futuro na cidade.
Prestes a completar 93 anos, a capital se consolidou como um dos principais centros urbanos e econômicos do Centro-Oeste. São centenas de bairros em crescimento constante, a chegada de novos empreendimentos e a expansão do comércio, que trazem novas demandas de energia e exigem planejamento contínuo para acompanhar as transformações goianienses.
Desde o início da concessão, em 2023, a Equatorial Goiás vem realizando obras de ampliação e modernização do sistema elétrico. Atualmente, a estrutura que atende a cidade conta com 12 subestações, responsáveis por transformar a energia para sua distribuição, além de milhares de quilômetros de rede e transformadores que integram o sistema de atendimento à população.
Entre 2023 e 2026, a capacidade instalada do sistema elétrico passou de 1.059 MVA (Megavolt-Ampère) para 1.208 MVA, um aumento de aproximadamente 14%. Na prática, isso representa maior capacidade instalada para transformar e distribuir energia, a fim de garantir que o sistema não sobrecarregue e falte luz na residência ou comércio de quem mora ou trabalha por aqui.
Vale destacar que esse avanço da infraestrutura faz parte de um planejamento mais amplo. Com a capital na lista de beneficiadas, a Equatorial Goiás investiu R$ 8,1 bilhões em todo o estado de Goiás, destinados à modernização e à ampliação do sistema elétrico nos municípios goianos nos últimos anos. Recursos que reforçam o compromisso da companhia de acompanhar as novas demandas de consumo.
Tecnologia e equipes nos bastidores da cidade
Enquanto Goiânia segue sua rotina, uma equipe que mescla tecnologia e vigilância acompanha o funcionamento da rede elétrica em todo o município. O monitoramento remoto realizado pelo Centro de Operação Integrado (COI), por meio de equipamentos integrados ao sistema, permite acompanhar a rede 24 horas por dia, sete dias por semana.
E esse acompanhamento não acontece apenas quando há uma ocorrência. No dia a dia, o monitoramento contínuo permite acompanhar carregamento, níveis de tensão, estado dos equipamentos e eventos recorrentes da rede. Essas informações ajudam a identificar comportamentos anormais, direcionar análises e, em determinadas situações, antecipar sensibilidades antes que elas evoluam para uma interrupção.
Quando a atuação em campo é necessária, as ferramentas ainda permitem que a equipe seja direcionada com informações mais precisas sobre a localização e as características da ocorrência, reduzindo o tempo gasto na busca pelo defeito e permitindo que os profissionais se concentrem na correção do problema. Na prática, isso contribui diretamente para reduzir o tempo de atendimento e de interrupção do fornecimento.
Um trabalho que acontece longe dos olhos da maior parte da população, mas que integra a rotina de operação do sistema elétrico: profissionais monitoram informações, avaliam as condições da rede e coordenam ações para responder às ocorrências e manter a infraestrutura preparada para as demandas da cidade.
“Existe um trabalho contínuo por trás do fornecimento de energia que atende os goianienses. Por isso, nosso trabalho combina planejamento, modernização e tecnologia para acompanhar as mudanças de hoje, sem perder de vista o futuro nessa corrida com ritmo de desenvolvimento da capital”, destaca o superintendente da Equatorial Goiás na Regional Goiânia, Fellipe Thalhofer.
Obras que ampliam a capacidade do sistema
Parte desse trabalho está nas intervenções realizadas em subestações que atendem Goiânia e a região próxima, como, por exemplo, a instalação de novos transformadores e substituição de equipamentos por unidades de maior capacidade nas subestações Atlântico, Independência, Aeroporto, Goyá, Cepaigo, Carajás e Senador Canedo.
Entre as próximas etapas está a previsão de energização, em novembro de 2026, da Subestação Três Marias. Uma nova estrutura que integra o planejamento de expansão do sistema elétrico, considerando as projeções de crescimento do mercado.
Essas intervenções ampliam os recursos disponíveis para a operação da rede e fazem parte do planejamento para a garantia de qualidade no atendimento às demandas de energia na capital.
Uma cidade em movimento
Ao longo de 93 anos, Goiânia mudou de tamanho, ganhou novos bairros e ampliou suas atividades econômicas e seus serviços. Planejar e modernizar a rede é parte do trabalho de acompanhar essa dinâmica, considerando seu crescimento, a evolução tecnológica e os desafios impostos por eventos climáticos extremos.
No aniversário da capital, falar de infraestrutura elétrica é falar da história das pessoas e das atividades que dão vida à cidade, mas também das estruturas e equipes que trabalham diariamente para acompanhar seus próximos capítulos.
Sobre a Equatorial Goiás
A Equatorial Goiás pertence ao Grupo Equatorial, holding brasileira do setor de utilities e o terceiro maior grupo de distribuição de energia do país. Com sete concessionárias, o grupo atende mais de 56 milhões de pessoas. Em Goiás, são cerca de 3,8 milhões de pessoas atendidas em 237 municípios, abrangendo 98,7% do território estadual, equivalente a uma área de 336.871 km².



