
Neste momento, escolho me aproximar de Deus com o coração mais sereno, tentando desacelerar tudo aquilo que carreguei ao longo do dia e também deste mês que chega ao fim. Nem sempre foi fácil. Houve preocupações, cansaços, pensamentos que insistiram em ficar e situações que eu simplesmente não consegui resolver.
Mas hoje, eu decido entregar.
Entrego a Deus cada peso invisível, cada inquietação que tirou minha paz, cada detalhe que fugiu do meu controle. Porque sei que há um cuidado maior acontecendo, mesmo quando eu não consigo enxergar.
Peço que Ele acalme minha mente, que organize meus pensamentos e fortaleça meu coração. Que eu possa descansar sem medo do amanhã, confiando que o que ainda não aconteceu já está sendo cuidado por Suas mãos.
Que, ao respirar, eu sinta gratidão. Que, ao fechar os olhos, eu encontre paz. E que, ao recomeçar, minha fé esteja renovada, mais firme e mais consciente de que não caminho sozinho.
Porque, no silêncio da alma, Deus continua trabalhando — e isso basta.



