
Na madrugada deste sábado, 28 de fevereiro de 2026, a tensão entre Estados Unidos, Israel e Irã se transformou em confronto direto.
Sob coordenação de Washington e Tel Aviv, aviões de combate, mísseis de cruzeiro e drones atingiram alvos estratégicos em território iraniano ao amanhecer, incluindo instalações ligadas ao programa nuclear, estruturas militares e áreas próximas a prédios do governo em Teerã.
O presidente Donald Trump afirmou que a ofensiva tem como objetivo enfraquecer a indústria de mísseis iraniana, neutralizar a ameaça nuclear e abrir caminho para mudanças internas no país. Já o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu declarou que a ação busca remover uma “ameaça existencial”.
A resposta do Irã foi quase imediata. Mísseis balísticos e drones foram lançados contra Israel, com sirenes soando em cidades como Jerusalém, Haifa e Tel Aviv. O sistema de defesa interceptou parte dos ataques, mas explosões foram registradas.
Além de Israel, o Irã também lançou ataques contra bases americanas no Bahrein, Catar, Emirados Árabes Unidos, Kuwait, Iraque, Síria e Jordânia, ampliando a tensão regional e pressionando outros países a se posicionarem.
Na Europa, países como França e Reino Unido condenaram a escalada, mas não declararam apoio à ofensiva. A Austrália manifestou apoio aos ataques em solo iraniano.
O Brasil ainda não se posicionou oficialmente, mas emitiu alerta para que brasileiros na região procurem as embaixadas.
A mídia estatal iraniana afirma que um bombardeio atingiu uma escola primária, com dezenas de mortos, informação ainda não confirmada por fontes independentes.
Segundo autoridades americanas, as operações podem durar vários dias. Companhias aéreas já cancelaram voos em toda a região, enquanto o conflito entra em uma fase de alto risco e imprevisibilidade.


