
As filmagens tiveram início em agosto de 2025, em solo italiano — cenário histórico e simbólico que dialoga diretamente com a tradição cristã e com a grandiosidade da narrativa proposta. A obra, dividida em duas partes, já nasce marcada por datas profundamente significativas para a fé: a primeira estreia está prevista para a Sexta-feira Santa, 26 de março de 2027, enquanto a segunda chega aos cinemas 40 dias depois, no Dia da Ascensão, 6 de maio.
A escolha do calendário não é apenas estratégica; é teológica, espiritual e emocional. Assim como o filme anterior, A Paixão de Cristo, que marcou uma geração ao retratar com intensidade o sofrimento, o sacrifício e o amor redentor de Jesus, esta nova produção pretende conduzir o público a uma experiência que ultrapassa o entretenimento e toca o campo da fé, da reflexão e da esperança.
Se A Paixão de Cristo levou o espectador até a cruz, este novo projeto se propõe a avançar no mistério que se segue: a vitória sobre a morte, a promessa cumprida e o fundamento da fé cristã. A divisão em duas partes respeita o peso da narrativa e permite que cada etapa seja contemplada com profundidade, reverência e tempo — algo raro no cinema contemporâneo.
Considerado por muitos como um dos filmes cristãos mais ambiciosos já realizados, o projeto carrega não apenas expectativas técnicas e artísticas, mas também uma responsabilidade espiritual. Ele dialoga com milhões de fiéis ao redor do mundo que, desde 2004, guardam na memória o impacto visual e emocional de A Paixão de Cristo.
Mais do que uma continuação, o novo filme se apresenta como um convite: revisitar a história que transformou o mundo, agora sob uma nova perspectiva, ampliando a compreensão do sacrifício, da ressurreição e da esperança que move a fé cristã há mais de dois mil anos.
Em um tempo marcado por incertezas, esta produção surge como um lembrete poderoso de que, após a dor da cruz, há vida, promessa e redenção.


