A bondade de Deus, provada e vivida

Segunda, 21 de setembro de 2026

Provem e vejam como o Senhor é bom. Bem-aventurado o homem que nele se refugia!
Salmos 34:8

Davi não pede que apenas acreditemos na bondade de Deus por ouvir falar, ele convida a provar, a experimentar de perto, como quem prova um alimento antes de confiar no sabor. A bondade de Deus não é uma ideia teórica para ser discutida, é uma realidade para ser vivida, sentida no dia a dia de quem decide se refugiar nele em vez de confiar só nas próprias forças.

O Senhor é bom com todos; a sua compaixão alcança tudo o que ele fez.
Salmos 145:9

Essa bondade não é seletiva nem reservada a poucos. O texto é categórico: bom com todos, uma compaixão que alcança tudo o que ele criou. Isso inclui você, mesmo nos dias em que não se sente merecedor, mesmo quando a vida parece contradizer essa afirmação. A bondade de Deus não depende do nosso desempenho para existir, ela é parte de quem ele é, estendida a toda a criação.

Ou será que você despreza as riquezas da bondade, da tolerância e da paciência dele, não reconhecendo que a bondade de Deus o leva ao arrependimento?
Romanos 2:4

Paulo revela algo que muitas vezes passa despercebido: a bondade de Deus tem um propósito, ela não é indiferença nem tolerância vazia com o pecado, é o que nos conduz de volta a ele. Não é o medo que transforma o coração, é a bondade recebida, reconhecida, que desperta o desejo genuíno de mudar. Deus é paciente não porque ignora nossas falhas, mas porque sua bondade trabalha continuamente para nos aproximar dele.

Provar e ver, reconhecer que alcança a todos, entender que conduz ao arrependimento: essa é a bondade de Deus, generosa, constante, e viva em cada detalhe de quem escolhe se refugiar nele.

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Alan Ribeiro
Alan Ribeiro

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