Nova etiqueta de eficiência ajuda na escolha da geladeira mais econômica para o consumidor


Equatorial Goiás orienta clientes sobre como entender a nova classificação e reduzir o consumo de energia dentro de casa

Goiânia, 7 de maio de 2026 – A troca de uma geladeira costuma envolver muitos fatores: tamanho, preço, design e capacidade. Mas, a partir deste ano, um novo detalhe ganhou ainda mais importância na decisão de compra: a nova etiqueta de eficiência energética, que promete facilitar a vida do consumidor e ajudar a reduzir o impacto da conta de energia no fim do mês.

As novas regras de etiquetagem são definidas pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e já estão em vigor em todo o país. Elas simplificaram a classificação dos refrigeradores. Agora, as geladeiras passam a ser identificadas apenas pelas categorias A, B e C, sendo a classe A a mais eficiente e econômica, a B com eficiência intermediária e a C com eficiência média. As três últimas foram extintas por não se enquadrarem nos novos padrões de gasto máximo estabelecidos pelo Ministério de Minas e Energia.

De acordo com o executivo de Faturamento e Leitura da Equatorial Goiás, Marcos Aurélio Silva, essa mudança também endureceu os critérios de eficiência energética. “Modelos considerados menos econômicos deixaram de atender aos novos padrões e não podem mais ser fabricados. Essa atualização representa uma oportunidade importante de conscientização sobre consumo eficiente de energia, especialmente em um estado de clima quente como Goiás, onde o uso de geladeiras é intenso durante todo o ano”, destaca.

O executivo lembra que a geladeira está entre os equipamentos que mais impactam a conta de energia, podendo representar entre 20% e 30% do consumo total da sua fatura de energia, uma vez que funciona 24 horas por dia, com ciclos contínuos de funcionamento. “Por isso, observar a etiqueta de eficiência no momento da compra faz muita diferença no consumo mensal e no orçamento das famílias”, explica o especialista em consumo.

Além da nova classificação, a etiqueta informa o consumo médio mensal do equipamento em quilowatt-hora (kWh), indicador que ajuda o consumidor a entender quanto aquele aparelho tende a consumir ao longo do mês. “Na prática, uma geladeira mais eficiente pode representar economia contínua durante anos”, reforça.

Segundo estimativas do governo federal, os novos modelos disponíveis no mercado são, em média, 17% mais eficientes em comparação aos equipamentos das categorias antigas que deixaram de existir.

Economia começa na escolha e continua no uso

Mais do que escolher uma geladeira eficiente, hábitos simples no dia a dia também ajudam a evitar desperdícios de energia. Marcos Aurélio reforça que é preciso criar boas práticas no uso dos eletrodomésticos. “É preciso que toda família evite o hábito de abrir a porta do refrigerador várias vezes seguidas, também não se deve guardar alimentos ainda quentes na geladeira, e é preciso verificar regularmente a vedação da borracha do equipamento. Outra dica é manter o aparelho longe de fontes de calor, como fogões e locais com incidência direta de sol, assim você já faz o uso correto do seu eletrodoméstico”, reforça.

Outro ponto importante é ficar atento ao tamanho do equipamento. Geladeiras muito grandes para famílias pequenas podem representar gasto desnecessário de energia. “Às vezes o consumidor olha apenas o valor do produto na loja, mas é importante pensar no custo ao longo do tempo. Um equipamento mais eficiente pode gerar economia mês após mês e trazer um impacto positivo significativo na fatura”, reforça Marcos Aurélio.

Para saber se vale a pena trocar uma geladeira antiga por um modelo mais econômico, o consumidor pode fazer uma conta simples utilizando as informações de consumo mensal indicadas na etiqueta de eficiência energética. Basta comparar o consumo da geladeira atual com o do novo equipamento. Em um exemplo prático, uma geladeira antiga que consome cerca de 80 kWh por mês pode ser substituída por um modelo mais eficiente com consumo de 40 kWh/mês. A diferença é de 40 kWh mensais. Considerando uma tarifa média de energia de R$ 0,90 por kWh, a economia seria de aproximadamente R$ 36 por mês. A partir desse cálculo, o consumidor consegue estimar em quanto tempo a redução na conta de luz compensará o valor investido na compra da nova geladeira.

As geladeiras com a etiqueta antiga ainda podem ser comercializadas até o fim deste ano. A partir de 2027, somente modelos enquadrados nas novas categorias poderão ser vendidos no país.

Além da redução na conta de energia, a mudança também tem impacto ambiental. A expectativa do governo é evitar a emissão de milhões de toneladas de gases poluentes nos próximos anos com a adoção de equipamentos mais eficientes.

Dicas da Equatorial Goiás para economizar energia com a geladeira
Prefira modelos com classificação A de eficiência energética;
Verifique o consumo mensal em kWh informado na etiqueta;
Evite abrir a geladeira várias vezes seguidas;
Não coloque alimentos quentes no interior do equipamento;
Confira se a borracha de vedação está em boas condições;
Instale a geladeira em local ventilado e longe do fogão ou do sol;
Regule a temperatura conforme a necessidade da estação do ano;
Faça a limpeza periódica da parte traseira do aparelho.
Sobre a Equatorial Goiás 

A Equatorial Goiás é uma empresa que pertence ao Grupo Equatorial, uma holding brasileira do setor de utilities, sendo o 3º maior grupo de distribuição de energia do País, com 7 concessionárias que atendem mais de 56 milhões de pessoas. Somente em Goiás são cerca de 3,5 milhões de unidades consumidoras atendidas, localizadas em 237 municípios do Estado e abrangendo 98,7% do território estadual, com cobertura de uma área de 336.871 km².

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Alan Ribeiro
Alan Ribeiro

Alan inicia seus trabalhos com o único objetivo, trazer a todos informação de qualidade, com opinião de pessoas da mais alta competência em suas áreas de atuação.

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