
Balanço
Estado reúne mais de cem frentes de trabalho em andamento ou concluídas, com destaque para o Hospital Cora, obras rodoviárias, terminais de transporte e passarelas. Maior volume de obras deu a Ronaldo Caiado título de gestor mais bem avaliado do país
Welliton Carlos
Goiás atravessa um dos períodos mais intensos de investimentos em obras públicas de sua história recente. Os números coincidem com as pesquisas de opinião [ todos institutos que fizeram tal sondagem ] que colocam o governador Ronaldo Caiado (União Brasil) como o melhor do país. A última sondagem foi divulgada em 17 de dezembro: segundo a AtlasIntel, que ouviu 200.980 pessoas, Caiado tem aprovação de 80%, liderando com folga o ranking nacional de governadores.
Os números robustos se repetem em obras. Dezenas de projetos em execução simultânea nas áreas de saúde, mobilidade urbana, transporte coletivo e infraestrutura viária deixam ao futuro gestor, vice-governador Daniel Vilela, uma confortável missão: manter o ritmo de obras, vistoriar aquelas em execução e seguir o padrão que ele, ao lado de Caiado, desenvolveram – nos últimos anos, Daniel foi determinante na gestão, escolhas e determinações.
Ao assumir o governo em 2019, Ronaldo Caiado instituiu algumas mudanças pragmáticas: só inaugurar obras que estão finalizadas. Ou seja, obras que passaram a ser efetivamente prédios públicos. Outro princípio a ser deixado por Caiado como legado: fazer obras que usem materiais de qualidade. Até sua gestão, para se ter ideia, a camada de asfalto era medida com a caneta deitada. Agora – diz Pedro Sales, presidente da Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra) – a medida é feita com a caneta em pé.
Em síntese, melhorou [e muito] a qualidade. Por fim, Caiado não reclamou das obras paradas. Ao contrário: em vez de ignorá-las por vaidade política, como muitos fazem, acabou por concluí-las.
Agora, a gestão começa a computar uma imensa quantidade de infraestruturas erguidas e que modificam a paisagem do Estado. Levantamento da Agência Goinfra indica que, apenas em 2025, mais de 100 obras rodoviárias estiveram em andamento ou foram entregues, consolidando o Estado como um amplo canteiro de obras, com impacto direto na logística, no escoamento da produção e na segurança viária.
A principal obra (visível e sensível) realizada é o Complexo Oncológico de Referência do Estado de Goiás (Hospital Cora), em Goiânia, que terá outros módulos, mas que antes da inauguração já tinha atendido 2 mil crianças e adolescentes. Com investimento de R$ 256 milhões, o hospital é considerado estratégico para ampliar o atendimento em oncologia infantil pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no Centro-Oeste. A estrutura foi planejada para oferecer diagnóstico, tratamento e pesquisa em um mesmo complexo.
Transporte
Na área de mobilidade urbana, o Governo de Goiás tem concentrado esforços na modernização do transporte coletivo da Região Metropolitana de Goiânia. Um dos exemplos mais recentes é a entrega do novo Terminal do Dergo, totalmente reconstruído do zero, com investimento de R$ 16,5 milhões. Antes da obra de Caiado, a eatrutura se parecia com um mocó, tamanha a debilidade da localidade.
Integrada ao Projeto Nova Anhanguera, a obra ampliou a área do terminal de 2,3 mil para 3,4 mil metros quadrados e passou a atender cerca de 25 mil usuários por dia, com novas plataformas, iluminação em LED, videomonitoramento e maior conforto aos passageiros.
O governador Ronaldo Caiado destacou que a proposta foi elevar o padrão das estruturas públicas. “O que nós fizemos foi realmente fazer tudo de novo, com qualidade, conforto e segurança”, afirmou durante a entrega do terminal. Segundo ele, a lógica das obras é garantir eficiência e durabilidade, evitando soluções paliativas.
O vice-governador Daniel Vilela ressaltou o papel do Estado para evitar a deterioração dos serviços essenciais, especialmente no transporte coletivo. “Caiado não deixou que tivéssemos um sistema colapsado. O Estado assumiu a responsabilidade de estruturar um projeto moderno, compartilhado com as prefeituras, garantindo investimentos ”, declarou. Ele lembrou que intervenções como a do Dergo evitam riscos aos usuários e estimulam o uso do transporte público.
Além dos terminais, o governo investe mais de R$ 30 milhões na construção de passarelas para pedestres em pontos críticos da Região Metropolitana, melhorando a segurança viária e a fluidez do tráfego. As estruturas atendem áreas com grande circulação de pessoas e veículos, reduzindo acidentes e integrando obras de mobilidade a corredores de transporte e rodovias estaduais.


