
Vivemos em um mundo onde as nossas ações são sementes lançadas no solo da vida. Cada escolha, cada atitude, cada palavra dita ou omitida tem um impacto, e cedo ou tarde, os frutos dessa semeadura virão. A lei da semeadura é simples e implacável: plantar é opcional, mas colher é inevitável.
Muitos desejam uma colheita farta de alegria, prosperidade e paz, mas semeiam discórdia, preguiça e desonestidade. Outros, com esforço silencioso, cultivam bondade, trabalho árduo e generosidade, sabendo que, no tempo certo, a vida lhes devolverá em abundância.
Não se pode plantar espinhos e esperar flores. Aquele que semeia mentira não pode esperar colher confiança. Quem espalha ódio não pode desejar amor em retorno. No entanto, aquele que lança sementes de respeito, empatia e dedicação verá sua vida florescer em frutos doces e duradouros.
A grande lição dessa lei é que temos o poder de escolher o que plantar. Que possamos ser conscientes de nossas ações e cultivar um legado de bondade, justiça e fé, pois, no fim das contas, a colheita sempre vem – e ela reflete exatamente aquilo que semeamos.