Memórias que curam

Nossas memórias são como páginas de um livro que não podemos apagar.

Algumas são leves e alegres, outras carregam o peso de dores que preferiríamos esquecer.

Mas, já pensou que essas memórias, por mais difíceis que sejam, também são parte de quem somos?

Muitas vezes, é naquilo que mais machuca que encontramos a força para nos reinventar.

Transformar lembranças dolorosas em algo bonito, em algo que nos impulsione, é um ato de coragem.

Não é sobre fugir do passado, mas sim sobre abraçar o que ele nos trouxe e fazer dele um caminho para crescer.

Quando olhamos para trás com compaixão e entendemos que cada lembrança tem seu valor, abrimos espaço para criar uma nova versão de nós mesmos.

Porque, no fundo, lembrar é uma forma de ressignificar.

E talvez, ao aceitar cada parte da nossa história, estejamos dando o primeiro passo para nos libertar.

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Alan Ribeiro
Alan Ribeiro

Alan inicia seus trabalhos com o único objetivo, trazer a todos informação de qualidade, com opinião de pessoas da mais alta competência em suas áreas de atuação.

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