
Nossas memórias são como páginas de um livro que não podemos apagar.
Algumas são leves e alegres, outras carregam o peso de dores que preferiríamos esquecer.
Mas, já pensou que essas memórias, por mais difíceis que sejam, também são parte de quem somos?
Muitas vezes, é naquilo que mais machuca que encontramos a força para nos reinventar.
Transformar lembranças dolorosas em algo bonito, em algo que nos impulsione, é um ato de coragem.
Não é sobre fugir do passado, mas sim sobre abraçar o que ele nos trouxe e fazer dele um caminho para crescer.
Quando olhamos para trás com compaixão e entendemos que cada lembrança tem seu valor, abrimos espaço para criar uma nova versão de nós mesmos.
Porque, no fundo, lembrar é uma forma de ressignificar.
E talvez, ao aceitar cada parte da nossa história, estejamos dando o primeiro passo para nos libertar.