
não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que Ele nos amou e enviou o Seu Filho como propiciação pelos nossos pecados – 1 João 4.10
O amor de Deus em nós e por nós não foi proclamado apenas com palavras eloquentes, mas com dádiva sacrificial. Deus nos amou e Deus nos enviou seu Filho unigênito. O amor sacrificial de Deus é a fonte e a origem do nosso amor. O nosso amor é apenas reflexo do amor de Deus por nós. O amor primário não é o nosso, mas o amor de Deus, amor incondicional, não causado e espontâneo, e todo o nosso amor é apenas um reflexo do amor de Deus e uma resposta a ele.
O amor de Deus não consiste de palavras, mas de ação. O amor verdadeiro é provado pelo autossacrifício. Deus nos amou e enviou seu Filho. O Filho é a dádiva do Pai. Não foi a cruz que gerou o amor de Deus, mas foi o amor de Deus que produziu a cruz. John Stott tem razão quando diz que a vinda de Cristo é uma revelação concreta e histórica do amor de Deus, pois o amor (agape) é sacrifício próprio, a procura do bem positivo de outrem à custa do próprio bem, e maior dádiva do que a dádiva em que Deus transformou seu Filho, nunca houve, nem poderia haver.
O propósito de Deus em nos enviar seu Filho unigênito foi duplo. Cristo veio ao mundo para morrer em nosso lugar, ou seja, como propiciação pelos nossos pecados (1 João 4.10) e também para vivermos por meio dele (1 João 4.9).
Amados, se Deus de tal maneira nos amou, devemos nós também amar uns aos outros. – 1 João 4.11