Ranking Geral de Competitividade dos Estados 2019/2018

Segundo a Tendência Consultoria Integrada, Goiás, despenca três posições, no ranking onde os destaques negativos, ficaram por conta da: Solidez Fiscal, que caiu 16 posições alcançando a vigésima primeira posição; Inovação teve queda de 4 posições, seguida pelo potencial de mercado, com perda de 3 posições e infraestrutura 2 posições.
O desequilíbrio fiscal, comprometeu investimentos em inovação e infraestrutura, o que explica em parte a queda de três posições no ranking.
A outra explicação recai na insegurança do mercado quanto a manutenção e/ou melhora dos programas de desenvolvimento regional, centrados em incentivos e benefícios fiscais.
Porque digo isso? Por que o ano passado foi marcado pela CPI dos incentivos e benefícios fiscais e por declarações, nada republicanas da equipe econômica e do relator da comissão aberta na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás, colocando os empresários como praticantes de atos ilícitos que acabaram lesando as contas públicas.
A um outro ponto nevrálgico, o aumento de 5 para 15% na contribuição do Fundo Protege, que banca os programas sociais do Governo.
Em 2018, Goiás, ocupava a décima colocação, ficando a frente da PB e do CE.
Em razão dos problemas citados acima, o Estado de Goiás, perdeu três posições, no ranking de competitividade e se encontra atualmente atrás da PB e CE. A continuar com uma política contrária a subsídios fiscais, a tendência é que no próximo ano, perca ainda mais posições, nesse ranking e continue comprometendo a arrecadação de ICMS, o crescimento do PIB, da renda e do nível de emprego.

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Alan Ribeiro
Alan Ribeiro

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