
O candidato que obter o aval da prefeita Daniela Vaz Carneiro deverá ser o favorito.
Com a chegada do ano de 2020 os preparativos dos políticos para as eleições se avolumam. Pois políticos não dormem no ponto e, por isso, já estão com os blocos nas ruas — sondando marqueteiros, fazendo pesquisas (abrangentes ou não). A eleição para prefeito será realizada em Outubro, para quem ocupa cargo público, deverá haver a desincompatibilização até seis meses antes do pleito, os pré-candidato já estão nas ruas, dialogando e costurando alianças, estão certos e não querem perder o timing.
Em Ipameri, com a prefeita Daniela Vaz Carneiro fazendo uma gestão com grande aprovação por parte dos moradores (segundo pesquisas a que o Blog Do Alan Ribeiro teve acesso), o processo está afunilando em três nomes dentre muitos políticos que colocaram seus nomes para discussão pública. Comenta-se, na cidade, que o candidato favorito deverá ser o que receber o apoio da prefeita Daniela Vaz Carneiro. Mas, outros pré-candidatos estão se organizando para disputar o pleito.
Os pré-candidatos são, por ordem alfabética:
Bartolomeu Honório — Bartô é empresário do ramo de supermercado e pertence ao DEM. Nas eleições de 2012 chegou a ser cogitado mas acabou retirando a candidatura e na de 2016, embora tenha feito uma campanha forte, com amplos recursos financeiros, ficou em terceiro lugar na disputa para prefeito. Políticos sugerem que falta empatia com o público, carisma e popularidade.
Jânio Pacheco — Vereador por seis vezes, é um político experimentado e respeitado. É ligado a prefeita Daniela Vaz Carneiro de quem foi secretário de infraestrutura no primeiro governo e é o único aliado dela em disputa, também é aliado do governador Ronaldo Caiado no município e do prefeito de Catalão Adib Elias. Acompanha o líder do DEM há 25 anos.
Ludmila Cozac — É pré-candidata do MDB, já foi vereadora (duas vezes), presidente da Câmara Municipal e vice-prefeita. Perdeu as duas últimas eleições para a prefeita Daniela Vaz Carneiro. Teve seu grupo político reduzido com a perca de lideranças expressivas como o vereador Geninho (atual presidente da Câmara) entre outros.