
Poeta estava internado no Hospital do Rim, em Goiânia, para tratar de uma broncopneumonia, doença que surgiu em decorrência do Mal de Parkinson.
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Morreu neste final de semana, aos 82 anos, o poeta e historiador José Mendonça Teles, um dos maiores nomes da literatura goiana. Ele está sendo velado neste domingo (29), no cemitério Jardim das Palmeiras.
Teles estava internado no Hospital do Rim, em Goiânia, para tratar de uma broncopneumonia, doença que surgiu em decorrência do Mal de Parkinson. Nos últimos anos, por conta da enfermidade, ele já havia deixado de escrever.
José Mendonça Teles deixa para a prosperidade 33 livros relacionados com a cultura goiana, entre eles ‘Vida e Obra de Silva e Souza’, ‘A Imprensa Matutina’, ‘General Curado – Estudo Biográfico’, ‘A Cidade do Ócio’ e ‘Dicionário do Escritor Goiano’.
Outro legado seu é o hino oficial do Estado de Goiás, uma verdadeira declaração de amor de um homem apaixonado por nosso estado.
Bacharel em Direito pela Universidade Católica de Goiás (hoje PUC), onde lecionou por mais de três décadas, ele também presidiu por muitos anos o Instituto Histórico e Geográfico de Goiás e a Academia Goiana de Letras, além de ter atuado como secretário de Cultura de Goiânia e presidente do Conselho Estadual de Cultura de Goiás.
O talento do goiano José Mendonça foi reconhecido pelas mais importantes instituições culturais do Brasil, recebendo inúmeras condecorações e medalhas, entre elas a Medalha João Ribeiro, da Academia Brasileira de Letras.
O escritor deixa as filhas Alessandra e Geovana, seis netos e um bisneto. Também deixa 7 milhões de goianos que reverenciam e admiram sua obra e legado para a cultura do Estado.
Capa: Escritor e poeta José Mendonça Teles, ao lado da esposa, Ana Maria, durante abertura do Fica. Foto: Marcello Dantas/Jornal Opção Online
Fonte: opção on line