ANUNCIEAQUI01
images
Comportamento

Não olhe pra cima da Netflix é bom ou ruim, depende do ponto de vista

ANUNCIEAQUI01

O ano novo começou com uma bomba no catálogo da Netflix. Mais precisamente como um meteoro prestes a atingir o planeta Terra e seus moradores muito mais interessados nas fococas e clickbaits do que nos alertas da ciência. Qualquer semelhança entre “Não Olhe Para Cima”, novo sucesso da Netflix, e a realidade dos dias atuais pode não ser mera coincidência. A comédia apocalíptica com direção de Adam McKay (A Grande Aposta), traz um elenco estelar protagonizado pelos ganhadores do Oscar Leonardo DiCaprio e Jennifer Lawrence, além de contar com outros gigantes de Holywood como Meryl Streep, Cate Blanchett, Mark Rylance, Jonah Hill e até uma ponta da cantora Ariana Grande.

O roteiro do filme mostra uma humanidade afundada em futilidades e jogos políticos que ignora o que de fato importa, ainda que seja o alerta para o fim do mundo com a aproximação de um cometa que se chocará com a Terra em apenas 6 meses!

A produção que vem dividido a opinião dos críticos e do público, típico de um mundo cada vez mais polarizado,, atira (e acerta) para todos os lados. Alfineta a mídia tendenciosa com os âncoras que fazem chacota de tudo que podem, mesmo com a manchete sendo o fim do mundo. Detona o meio político e seus jogos de poder ao caricaturar a figura da presidente dos Estados Unidos, vivida por Meryl Streep (desafeta assumida do ex-presidente Donald Trump) e escancara a realidade das redes sociais que controlam as pessoas com seus algoritmos que tudo ouvem e veem, além de zoar com as fakes news e com negacionistas.

E se o mundo acabasse daqui a seis meses, o que você faria? A pergunta pode parecer distante mas, num mundo que tenta sair de uma das maiores pandemias da história, com cerca de 5,5 milhões de mortos em decorrência da Covid-19, a reflexão é mais válida do que nunca.

 

IMG-20211227-WA0118

Allan Ribeiro

Minha história com o jornalismo tem uma trajetória que começou a ser escrita aos 11 anos de idade, quando comecei a representar o jornal O Diário da Manhã.
O fiz por gostar de ler e de estar informado. De entregar o jornal passei a enviar notícias da cidade a serem publicadas.
Ao visitar o jornal, em conversar com o senhor Batista Custódio, surgiu a possibilidade de publicar artigos sobre temas específicos. Foi o que fiz, e ver a repercussão só me incentivou.
Deste ponto passei a publicar também no O Popular. Como a volta do Novo Horizonte ao futebol profissional integrei a equipe da Rádio Xavantes, graças a Deus, naquela oportunidade o time subiu para a divisão de elite.

Adicionar comentário

Clique para comentar