Artigo

A parábola judaica da Verdade e a Mentira

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Certa vez, a Mentira e a Verdade se encontraram.

A Mentira disse para a Verdade:

– Bom dia, senhorita Verdade.

Ao ouvir isto, a Verdade foi conferir se realmente era um bom dia. Olhou para o alto, não viu nuvens de chuva e havia pássaros cantando. Ela viu que realmente tratava-se de um bom dia. Então respondeu:

– Bom dia, senhorita Mentira.

E a Mentira prosseguiu:

– Veja como está calor hoje.

Quando a Verdade percebeu que pela segunda vez a Mentira estava certa, relaxou.

Então a Mentira convidou a Verdade para um banho no rio. Despiu-se de suas vestes, pulou na água e disse:

– Venha, Verdade, a água está deliciosa.

Assim que a Verdade, sem suspeitar, tirou suas vestes e mergulhou, a Mentira saiu da água, vestiu-se com as roupas da Verdade e foi-se embora.

Ao constatar o que ocorrera, a Verdade, por sua vez, recusou-se a vestir-se com as vestes da Mentira. E por não ter do que se envergonhar, saiu a caminhar pelas ruas e vilas totalmente nua.

E desde então, é por este episódio que, aos olhos de muita gente, é mais fácil aceitar a Mentira vestida de Verdade, do que a Verdade nua e crua.

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Allan Ribeiro

Minha história com o jornalismo tem uma trajetória que começou a ser escrita aos 11 anos de idade, quando comecei a representar o jornal O Diário da Manhã.
O fiz por gostar de ler e de estar informado. De entregar o jornal passei a enviar notícias da cidade a serem publicadas.
Ao visitar o jornal, em conversar com o senhor Batista Custódio, surgiu a possibilidade de publicar artigos sobre temas específicos. Foi o que fiz, e ver a repercussão só me incentivou.
Deste ponto passei a publicar também no O Popular. Como a volta do Novo Horizonte ao futebol profissional integrei a equipe da Rádio Xavantes, graças a Deus, naquela oportunidade o time subiu para a divisão de elite.

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