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Colunas Júlio Paschoal

Júlio Paschoal: RACIONAMENTO DE ÁGUA?

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Nos tempos idos, fazendeiros e pequenos produtores, plantavam culturas tais como: arroz, feijão, mandioca, quiabo, abóbora etc. para garantir a sobrevivência de suas famílias, na esperança que São Pedro, lhes mandassem chuvas, no tempo certo, para não perder suas plantações.

Com o passar do tempo, o desmatamento irregular, as agressões ambientais, dentre elas: o açoriamento, a derrubada das matas ciliares, a depredação das nascentes, as queimadas, o uso indiscriminado da água, para garantir irrigações irregulares, dificultaram as coisas para São Pedro, o clima mudou e as chuvas, começaram a atrasar e serem cada vez mais esparças.

Resultado: quem planta e olha para cima, para ver se a chuva vem, tem tido cada vez menos resultado positivo.

O mesmo modus operante, ocorreu com quem cuida do sistema de abastecimento de água no país e passa as regras aos Estados.

Nos últimos cinquenta anos, não houve planejamento e muito menos investimentos, capazes e evitar o que está se passando atualmente no país.

A falta de água tem comprometido o abastecimento e também o sistema elétrico.

Os operadores do sistema de abastecimento de água, no país, ainda agem como o velho produtor. Olham para cima e torcem para que São Pedro, velho e cansado, com tanto amadorismo, mande chuvas no tempo certo para encher os reservatórios e garantir água e energia para o país.

O resultado desse amadorismo tem sido: quedas constantes de energia, uso contínuo de termoelétricas, (fazendo com que as tarifas alcancem a faixa vermelha) e pesem no bolso de empresários e consumidores tanto pelo aumento de ambas as contas e também contribuindo para o aumento da inflação, que volta a preocupar os brasileiros.

Pelo jeito o racionamento será inevitável. Se falta capacidade e interesse para planejar, que pelo menos copiem o que foi feito nos Emirados Árabes, em Israel e outros países cujo deserto predomina sobre a paisagem.

Júlio Paschoal

Economista e Professor da UEG-GO

Allan Ribeiro

Minha história com o jornalismo tem uma trajetória que começou a ser escrita aos 11 anos de idade, quando comecei a representar o jornal O Diário da Manhã.
O fiz por gostar de ler e de estar informado. De entregar o jornal passei a enviar notícias da cidade a serem publicadas.
Ao visitar o jornal, em conversar com o senhor Batista Custódio, surgiu a possibilidade de publicar artigos sobre temas específicos. Foi o que fiz, e ver a repercussão só me incentivou.
Deste ponto passei a publicar também no O Popular. Como a volta do Novo Horizonte ao futebol profissional integrei a equipe da Rádio Xavantes, graças a Deus, naquela oportunidade o time subiu para a divisão de elite.

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