Artigo

Júlio Páscoal: A Velha Política no Brasil

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A cada dois anos há uma eleição no país e as práticas em relação aos eleitores são as mesmas, muito embora no papel esforços tem sido realizados para mudar.
Uma coisa que escuto de alguns líderes é que se não tiver dinheiro não entre, porque o eleitor, mais do que bons projetos para a comunidade quer resolver o seu problema pessoal.
Diante disso muitos desistem porque as regras eleitorais estão cada vez mais rígidas no papel. Na prática continuam cada vez piores, pois aceitam cestas básicas, vale combustível e dinheiro em espécie.
O Tribunal Regional Eleitoral guardião das eleições, assiste a tudo isso é após as eleições se preocupam apenas em cassar os pequenos e deixam os grandes nadarem de braçada, como sempre. No Brasil tudo fica como antes na terra de Abrantes.
Podem me dizer você está sendo injusto as regras mudam de eleições para eleições, mas infelizmente as práticas, o que predomina é a velha política a do toma lá dá cá, como funciona na câmara federal, principalmente envolvendo o Centrão.
O Presidente Jair Bolsonaro que o diga, no início de seu governo tentou combater essa prática e por pouco não sofreu impeachment.
O pior é que quem se vende são aqueles que mais necessitam da política correta, a que pensa e trabalha para a comunidade. Quando se compra não há compromissos. Os que pagam desaparecem, os que se vendem continuam seu calvário, até nova eleição.
A mudança passa por aquilo que mais se defendem mas nunca é colocada verdadeiramente em prática ou seja a educação.
Só a educação é capaz de transformar a vida das pessoas, sem ela a oferta e a demanda continuará habitando a velha política no Brasil e com ela ano após ano, as pessoas mais empobrecidas continuarão sofrendo. Pensem nisso vocês que se colocam como candidatos e também como eleitores.
Não façam de seus votos mercadoria e sim o direito ao exercício da cidadania.

Allan Ribeiro

Minha história com o jornalismo tem uma trajetória que começou a ser escrita aos 11 anos de idade, quando comecei a representar o jornal O Diário da Manhã.
O fiz por gostar de ler e de estar informado. De entregar o jornal passei a enviar notícias da cidade a serem publicadas.
Ao visitar o jornal, em conversar com o senhor Batista Custódio, surgiu a possibilidade de publicar artigos sobre temas específicos. Foi o que fiz, e ver a repercussão só me incentivou.
Deste ponto passei a publicar também no O Popular. Como a volta do Novo Horizonte ao futebol profissional integrei a equipe da Rádio Xavantes, graças a Deus, naquela oportunidade o time subiu para a divisão de elite.

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