Economia

Joseph Safra, o homem mais rico do Brasil

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O homem que possui a maior fortunado Brasil se chama Joseph Safra, e é um banqueiro e empresário libanês, com naturalização brasileira. Que chegou ao Brasil em 1962, ele foi o responsável pela fundação do quarto maior banco do país, o Banco Safra.

Seu patrimônio ultrapassa os 23,7 bilhões de dólares, tornando o homem o número um no Brasil e o 31º na lista de pessoas mais ricas do mundo. Zé, como é chamado por seus amigos próximos, tem atualmente 81 anos, mora no bairro do Morumbi, em São Paulo, em uma gigante mansão de 11 mil metros quadrados com o IPTU avaliado em 1 milhão de reais, e só transita pela cidade de helicóptero.

Apesar de todos esses luxos proporcionados por sua enorme fortuna, Joseph afirma que não costuma viver de forma muito extravagante. Ele prefere manter distância da imprensa — onde tanto ele quanto sua família e funcionários não dão entrevistas, apenas dando declarações através de comunicados oficiais.

Uma de suas principais marcas registradas é o silêncio. Até mesmo durante seus negócios, o banqueiro costuma fazer tudo em total discrição. Segundo ele, esse seu receio pelas câmeras é por medo de não ser bem interpretado. “Às vezes, tenho alguma dificuldade de me expressar em português”, disse Safra.

Joseph também é um homem bastante conservador. Foi isso que o ajudou a criar uma imagem de seu banco como sólido. Pessoas próximas a ele dizem que o empresário é simples e aritmético, e faz contas de soma e subtração como ninguém.

Outra paixão de Safra, além do mundo dos negócios, são livros raros. Devido a isso, acabou se tornando um dos maiores colecionadores de obras do Brasil. O banqueiro também tem o costume de deixar o nome da família sempre ligado a projetos filantrópicos, contribuindo em causas de áreas sociais como da educação e da saúde no país e no exterior.

Allan Ribeiro

Minha história com o jornalismo tem uma trajetória que começou a ser escrita aos 11 anos de idade, quando comecei a representar o jornal O Diário da Manhã.
O fiz por gostar de ler e de estar informado. De entregar o jornal passei a enviar notícias da cidade a serem publicadas.
Ao visitar o jornal, em conversar com o senhor Batista Custódio, surgiu a possibilidade de publicar artigos sobre temas específicos. Foi o que fiz, e ver a repercussão só me incentivou.
Deste ponto passei a publicar também no O Popular. Como a volta do Novo Horizonte ao futebol profissional integrei a equipe da Rádio Xavantes, graças a Deus, naquela oportunidade o time subiu para a divisão de elite.

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