Cultura

Herança Cultural

images (4)

Hoje farei da mensagem recebida no celular frisando a intenção de uma espera e paciência pelo quase infinito momento o qual estamos vivendo. A pandemia sai tanto no jornal que esquecemos a declaração fiel do amor literário e de que temos um Dia Mundial da Diversidade Cultural para o Diálogo e Desenvolvimento. Mais velha que a sobrinha, a data revela que precisa ser observada e praticada. Mas como alimentar a esperança para a espera de bons dias e o encontro com o amado, envolvendo aquele diálogo que ficou para trás perdendo o ócio para escutarmos mais aos outros?

As possibilidades das práticas podem ser extensas desde um convite aleatório para se perder naturalmente em um tour virtual que conta a história de Goiás começando pelo Palácio Conde dos Arcos, antiga sede do governo localizado na cidade de Goiás que faz lembrar a ausência da realização do FICA até à atualidade com o Centro Cultural Oscar Niemeyer, na capital do Pequi. As imagens em 360º representam todos os abraços que eu ainda vou te dar antes de terminar as voltas do lazer pelo Museu Pedro Ludovico Teixeira que até parece viver ali ainda.

Após o Café com Pedro, a roda de conversa chega ao Museu Ferroviário de Pires do Rio. Chegamos tão longe e eu sinto que estava com saudades de você desde a outra vida, aquela que não foi permitida viver este laço cultural dentro da cidade. Voltamos para Goiânia no mesmo dia e abarcamos no Museu Goiano Zoroastro Artiaga onde a história e cultura de Goiás dorme tranquilamente em seu berço.

Para terminar nossa “Valsinha” no embalo de Chico Buarque, a expressão artística daqueles dois seres que se apertavam pós-pandemia entre braços, beijos loucos e roucos, os corações estacionaram no Museu da Imagem e Som. Não tenho mais seus áudios ou vídeos porque você já fez morada no meu doce coração como se existisse um tempo para abreviar essa canção.

Caroline Santana

Allan Ribeiro

Minha história com o jornalismo tem uma trajetória que começou a ser escrita aos 11 anos de idade, quando comecei a representar o jornal O Diário da Manhã.
O fiz por gostar de ler e de estar informado. De entregar o jornal passei a enviar notícias da cidade a serem publicadas.
Ao visitar o jornal, em conversar com o senhor Batista Custódio, surgiu a possibilidade de publicar artigos sobre temas específicos. Foi o que fiz, e ver a repercussão só me incentivou.
Deste ponto passei a publicar também no O Popular. Como a volta do Novo Horizonte ao futebol profissional integrei a equipe da Rádio Xavantes, graças a Deus, naquela oportunidade o time subiu para a divisão de elite.

Adicionar comentário

Clique para comentar