EDITORIAL

Editorial: Lockdown vertical: caminho inteligente

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Amigas e amigos, diante da situação em que vivemos, onde todos estamos em quarentena, naquilo que se convencionou se chamar de isolamento social. Cada um deve ficar em suas casas, onde se incluí também os prestadores de serviços, os comerciantes e até o vendedor lá de frutas da esquina. Neste país existem cerca de 38 milhões de autônomos, dentre esses muitos que trabalham para honrar seus compromissos, como aluguéis, Supermercados, farmácias. Esse tipo de isolamento dá se o nome de Lockdown horizontal, todos em suas casas. O que venho defender aqui, como posição firme, pois não tenho a covardia como companheiro é a adoção do Lockdown vertical, que é o isolamento social das pessoas que fazem parte dos grupos de risco.

Vamos aos fatos: o Brasil tem 211 milhões de habitantes, 69% da população está entre 20 e 59 anos, o que significa 146 milhões de habitantes,  88,46% da população está abaixo de 60 anos ou seja 186 milhões, que corresponde a força máxima de trabalho, 11,54% está acima de 60 anos ou 24 milhões, 4% acima de 70 anos,  ou seja  8.4 milhões de habitantes. O perfil epidemiológico é  o  precisamos entender, na China a taxa de mortalidade abaixo dos 50 anos  foi de 0.4% dos infectados,  na Alemanha 0,35% e na Coréia 1,23 e no Brasil  até o momento é  de 1,55% e na Itália 6.96 a 9%. Cerca de 80% dos sintomas é leve. Aumenta a faixa etária poderá requerer internação.

Defendo que as providências que foram tomadas por todas as prefeituras e governos estaduais sejam mantidas e aprimoradas, não apenas para o acolhimento dos casos de Coronavírus,  mas para todas as adversidades clínicas que acomete as pessoas. Abaixo um vídeo que compartilhei nas redes sociais:

Alan Ribeiro

Allan Ribeiro

Minha história com o jornalismo tem uma trajetória que começou a ser escrita aos 11 anos de idade, quando comecei a representar o jornal O Diário da Manhã.
O fiz por gostar de ler e de estar informado. De entregar o jornal passei a enviar notícias da cidade a serem publicadas.
Ao visitar o jornal, em conversar com o senhor Batista Custódio, surgiu a possibilidade de publicar artigos sobre temas específicos. Foi o que fiz, e ver a repercussão só me incentivou.
Deste ponto passei a publicar também no O Popular. Como a volta do Novo Horizonte ao futebol profissional integrei a equipe da Rádio Xavantes, graças a Deus, naquela oportunidade o time subiu para a divisão de elite.

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