Crônicas

A mulher, obra prima de Deus

MULHER

A mulher é o acerto de Deus, divindade do ser, música que toca os ouvidos masculinos. A mulher faz o homem enxergar melhor, mesmo que de olhos fechados. Não há nada mais forte do que o pensamento feminino. Não há nada mais belo do que o sorriso de uma mulher apaixonada.

Sutileza para seduzir, sinceridade para se entregar. A mulher nasceu para a felicidade, para ser o centro das atenções. A mulher tem um brilho próprio, que ilumina o seu caminho e a direciona para o sucesso.

A mulher tem o poder do ventre. Ela gera vida, cria o mundo para os seus, ensina o que a sabedoria genética lhe ensinou. Nunca discuta com uma mulher. E não é foclore por ela ter sempre razão. A mulher é o aprimoramento da natureza, ela enxerga longe, escuta melhor, percebe com antecedência qualquer ação premeditada. Não à toa, a mulher tem seis sentidos que funcionam muito bem.

Mesmo quando a mulher se equivoca, quando escolhe alguém errado, ela faz isso de forma pensada. A mulher sabe que vai sofrer e assim mesmo insiste. Antes de ser egoísta, a mulher é corajosa. Não mede esforços para conseguir o que quer, mesmo que isso lhe custe algumas lágrimas. A mulher não tem medo de viver.

Não importa a origem, a raça, a cor do cabelo, ou a preferência musical. Na juventude, no auge, ou na maturidade, ela é sempre especial. Ao acordar, no reclamar, precisando de colo, ou quente – exalando desejo – a mulher é divina. Beleza natural, natureza em forma de esplendor. Sinônimo de encantamento, magia da existência.

A mulher foi feita para as flores, para o deleite do mar, para a ternura dos filhos. Nasce para viver o sonho e vive para amar, de fato. E a mulher ama com toda a sua força, se entrega com volúpia, com a verdade daquilo que sente.
Uma mulher feliz é uma mulher amada.

Isaac Martins

Allan Ribeiro

Minha história com o jornalismo tem uma trajetória que começou a ser escrita aos 11 anos de idade, quando comecei a representar o jornal O Diário da Manhã.
O fiz por gostar de ler e de estar informado. De entregar o jornal passei a enviar notícias da cidade a serem publicadas.
Ao visitar o jornal, em conversar com o senhor Batista Custódio, surgiu a possibilidade de publicar artigos sobre temas específicos. Foi o que fiz, e ver a repercussão só me incentivou.
Deste ponto passei a publicar também no O Popular. Como a volta do Novo Horizonte ao futebol profissional integrei a equipe da Rádio Xavantes, graças a Deus, naquela oportunidade o time subiu para a divisão de elite.

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