Religião

Os novelistas da Globo e a Família Tradicional

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Se querem diálogo dialoguemos. Se querem confronto confrontemos.

E Globo não tem medo de nós e nós também não temos medo da Globo. Não sei se vc percebeu, mas o conflito e a ojeriza que se instalou entre a família tradicional e a família mutante e avançada foi causada pelos novelistas da Globo.

A Globo ganhou rios de dinheiro com as audiências que os novelistas lhe deram. E eles foram ficando cada dia mais ousados.

Quando veio a reação, lenta mas inquietante para quem moviera bilhões de $$$, a Globo não sabe como voltar atrás.

O SBT, a RECORD e a BANDEIRANTES, não porque sejam mais respeitosas em outros programas, mas porque nas suas entrevistas e outras mensagens defendem a família tradicional, estão carreando para si a audiência das famílias feridas na sua autoridade, na sua fé e nos seus conceitos de Homem/mulher/ e filhos.

Foi e continua guerra de conceitos. E os novelistas na sua maioria vestiram a camisa da Globo e a Globo vestiu a camisa e a nudez dessas novelas, com exceção de alguns artistas.

Quando levaram o debate para auditórios entre o que é avançado e o que é tradição, o conflito atingiu os artistas, porque estes agora já não estavam representando o que os novelistas escreviam e sim defendendo como artistas suas próprias ideias.  Sobrou para os artistas.

Agora o povo religioso (são milhões, mais do que a audiência da Globo) distingue entre deputados, artistas e diretores sérios e os inimigos de pai/mãe e filhos: família.

Se o conflito persistir não haverá governo para subsidiar as perdas deste canal!

Se existe uma coisa que um canal de TV teme é a perda de audiência e de anunciantes. E acho que é isso que vai acontecer quando as igrejas baterem de frente contra estas mensagens que as desrespeitam.

A Globo está perdendo o coração e a cabeça do povo!

Perdendo muito. Não adianta dizer que chegam a 100 milhões telespectadores. As igrejas chegam a 180 milhões embora nem todos frequentem. E nem os 100 milhões são fanáticos pela Globo.

Duvido que os atuais novelistas sejam capazes de mudar os seus temas e o excesso de erotismo e sexo que tanto incomodaram as famílias nestes últimos vinte anos!

Se querem diálogo, dialoguemos. Se querem confronto, confrontemos.  Não é a modernidade contra o passado, são 4 mil anos de fé judaica e cristã contra o ateísmo de quem acha que pai e mãe não tem mais poder sobre seus filhos!

A babá-TV está perdendo o seu charme !!!

Religiosos de todas igrejas divulguem isso! Vocês têm força. Nós temos força! Cansamos de ver sem reagir!

Pe. Zezinho, scj

Allan Ribeiro

Minha história com o jornalismo tem uma trajetória que começou a ser escrita aos 11 anos de idade, quando comecei a representar o jornal O Diário da Manhã.
O fiz por gostar de ler e de estar informado. De entregar o jornal passei a enviar notícias da cidade a serem publicadas.
Ao visitar o jornal, em conversar com o senhor Batista Custódio, surgiu a possibilidade de publicar artigos sobre temas específicos. Foi o que fiz, e ver a repercussão só me incentivou.
Deste ponto passei a publicar também no O Popular. Como a volta do Novo Horizonte ao futebol profissional integrei a equipe da Rádio Xavantes, graças a Deus, naquela oportunidade o time subiu para a divisão de elite.

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