Religião

Solidariedade

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O ser humano, em geral, é muito resistente a mudanças.

O adulto tenta ser natural, embora sempre com um pé atrás.

O adolescente, quando não descontraído, é quem mais se encolhe.

As crianças, de modo geral, aceitam melhor e se adaptam.

Enfim, a grande maioria de nós, sempre que levados a determinadas mudanças de rumo, nos sentimos como quem fica sem chão.

Hábitos, costumes, pessoas e situações diferenciadas nos deixam arredios e desconfiados.

Isso não deveria acontecer com tanta frequência, porque somos seres sociais.

No entanto, ao chegarmos a novo bairro, cidade, Estado ou país, nos sentimos verdadeiros ETs.

Elegemos uma espécie de solidão, um escudo invisível para evitarmos aproximações.

Quase nunca nos questionamos sobre essa situação, não buscamos o porquê da tal sensação.

Medo? Insegurança? O que move nosso interior?

Neste mundo, podemos escolher entre nos afundarmos em solidão ou nos aproximarmos das pessoas para convivermos.

Não esquecer que fomos feitos para viver em sociedade.

A nossa realidade, nos mais variados ramos da vida, nos faz totalmente dependentes uns dos outros, o que favorece a aproximação.

Embora a timidez nos leve a determinadas situações, busquemos vencê-la e sejamos os primeiros a procurar o outro.

Não esperemos ser notados para obtermos um pouco de atenção, e termos alguém interessado em nos ouvir.

É muito fácil e importante perceber que se desejamos que as pessoas se aproximem, nós devemos tentar o passo inicial.

Quando aprendemos a olhar o mundo com certa abertura de espírito e compreendemos o valor da solidariedade, tudo muda ao nosso redor.

Busquemos confraternizar, nos aproximar dos que nos cercam, oferecendo nossa presença, nossa amizade.

Jesus nos ama sem limites, e prossegue, como sempre, de braços abertos.

Sigamos o Seu exemplo. Observemos com atenção as possíveis necessidades dos que se nos aproximam, ajudando como pudermos.

Sejamos solidários, projetando luz, paz, alegria, conquistando felicidade e progresso.

Allan Ribeiro

Minha história com o jornalismo tem uma trajetória que começou a ser escrita aos 11 anos de idade, quando comecei a representar o jornal O Diário da Manhã.
O fiz por gostar de ler e de estar informado. De entregar o jornal passei a enviar notícias da cidade a serem publicadas.
Ao visitar o jornal, em conversar com o senhor Batista Custódio, surgiu a possibilidade de publicar artigos sobre temas específicos. Foi o que fiz, e ver a repercussão só me incentivou.
Deste ponto passei a publicar também no O Popular. Como a volta do Novo Horizonte ao futebol profissional integrei a equipe da Rádio Xavantes, graças a Deus, naquela oportunidade o time subiu para a divisão de elite.

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