GENTE QUE FAZ

Gente que faz: Maria Martins, a Maria Pipoca

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O GENTE QUE irá retratar a professora Maria Martins. 

Nascida Maria Helena Martins, natural de Ipameri ,solteira, 30 anos filha de Tania e Luiz Carlos. Formou-se em História pela Universidade Federal de Catalão e em Pedagogia pela IESA, especializou-se na Universidade Federal de Catalão em Educação Inclusiva e exerceu a função de professora regente e professora de apoio ao aluno com deficiência em diversas escolas de Ipameri. Foi Professora pelo PRONATEC no INSTITUTO em diversos cursos profissionalizantes. Foi Coordenadora Paroquial da Pastoral da Criança em Ipameri onde atuava com as crianças e suas famílias e a comunidade em trabalho voluntário. Participa ativamente de um grupo de oração e devoção a Santo Antônio, o grupo das Trezeneiras e trezeneiros o qual voluntariamente com fé e ação ajudam as pessoas que necessitam. A pipoca começou nesse grupo com a Senhora Dona Alvina, a qual levava pipoca em todas nossas trezenas e Maria como professora sempre queria algo diferente para seus alunos. Um dia perguntou a Dona Alvina se ela poderia a ensinar ou fazer pipoca para seus alunos da escola. Ela prontamente se colocou à disposição e disse que todo ano tinha uma escola que a chamava, Dona Alvina disse se você tiver a panela pipoqueira te ensino, porque sem a panela não tem como fazer a pipoca doce caramelizada. Maria disse: Não tenho a pipoqueira ainda mais qualquer hora vou comprar e Dona Alvina passou vários anos sempre fazendo pipoca para seus alunos em datas comemorativas. No ano de 2018 Maria comprou a panela pipoqueira e foi a casa de dona Alvina aprender como se faz pipocas. Dai adiante começou a fazer pipocas doces para seus alunos, depois a fazer bolos de pipocas para festas juninas da escola, bolo da copa do mundo e outros eventos. No mês de Julho de 2019 a amiga Jessica a marcou no facebook em uma página Mundo dos doces e então Maria resolveu se inscrever no curso de pipocas gourmet. No dia 01 de Agosto de 2019 fou inaugurada a MariaPipoca. E um misto de sentimentos a define nesse momento: feliz, cansada, radiante, ansiosa, realizada, desafiada…
Maria Martins é segundo ela própria uma constante e eterna colecionadora de sonhos, e ela confessa que por muitas vezes se viu frustrada com suas expectativas, pois os sonhos são assim mesmo, as vezes demoram. Ela prossegue: Mas também, qual seria a graça, se eles se realizassem tão facilmente, talvez perdessem o encanto do sonho. Ela afirma que já realizou muitos sonhos, e acredita que muitos ainda serão concretizados, mas, ao mesmo tempo, o hoje, a Maria Pipoca, já a satisfaz. Ela diz ainda que Deus tem sido tão generoso que a tem sustentado a cada dia. Maria prosegue, a escada da vida é longa, no entanto, Ele (Deus) a tem Guiado e conduzido degrau por degrau. E diz que por vezes se cansa, tropeça, rola alguns degraus abaixo, e quando acha que se machucou  e não vai conseguir se levantar; eis que surge a Bondade e o Amor desse Deus Pai Poderoso, que a  Ama, a Acolhendo, e a reergue, abrindo portas para que ela continue sua jornada.
A Maria Pipoca completou no dia 1° de Setembro 1 mês de vida, e como pode um produto tão simples fazer surgir tantas possibilidades.
E como acontece com toda criança, no curso natural da vida, ela ainda tem muitos desafios pela frente, e graças a Deus, Maria Martins vem superando um a um. É uma caminhada de paciência, amor e Fé. Mas também de descobertas e alegrias.
E pra comemorar esse primeiro mês, a empresa tem investido em cursos de capacitação e maquinários, para que os clientes Maria Pipoca tenham sempre um produto de Sabor e Qualidade.

Essa é Maria Helena Martins,  a Maria Pipoca,  que com certeza estará proporcionando a todos nós a alegria de saborear seus produtos que são confeccionados com um ingrediente essencial: amor.  Parabéns pelo seu trabalho Maria Pipoca. IMG-20190902-WA0041 IMG-20190902-WA0040 IMG-20190902-WA0042

Allan Ribeiro

Minha história com o jornalismo tem uma trajetória que começou a ser escrita aos 11 anos de idade, quando comecei a representar o jornal O Diário da Manhã.
O fiz por gostar de ler e de estar informado. De entregar o jornal passei a enviar notícias da cidade a serem publicadas.
Ao visitar o jornal, em conversar com o senhor Batista Custódio, surgiu a possibilidade de publicar artigos sobre temas específicos. Foi o que fiz, e ver a repercussão só me incentivou.
Deste ponto passei a publicar também no O Popular. Como a volta do Novo Horizonte ao futebol profissional integrei a equipe da Rádio Xavantes, graças a Deus, naquela oportunidade o time subiu para a divisão de elite.

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